

Do Ultimo Segundo
BUENOS AIRES - O presidente do Banco Central da Argentina, Martín Redrado, renunciou ao cargo nesta sexta-feira depois de um duro conflito com o governo, que tenta se apropriar de US$ 6,56 bilhões das reservas da entidade monetária para pagar dívidas.
Redrado, que se opôs firmemente ao plano, anunciou sua demissão durante uma entrevista coletiva. "A indignação foi mais forte", disse.
O funcionário estava afastado da liderança formal do Banco Central desde domingo, quando a polícia o impediu de entrar em seu gabinete.
A Justiça mantém bloqueada a transferência de reservas ao governo pelo Banco Central, conduzido formalmente por seu vice-presidente Miguel Pesce.
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