Notou que a Velha Mídia já não se detém muito nos números do PIB ou do crescimento da econcomia brasileira? O foco agora é nos dossiês ou vazamentos da Receita Federal. Não que isto não seja notícia, tampouco que não seja importante num ano eleitoral. Mas foco por foco, este atende mais aos interesses do consórcio midiático-político em exaustão. Acontece que o fato da economia brasileira estar num momento ímpar da sua história deveria ser também motivo de louvor e atenção. Isto porque seria importante para a população em geral saber o porquê deste momento e como mantê-lo sem que caiamos no famoso e tenebroso "vôo de galinha". As informações do gráfico a seguir revelam o quanto o Brasil está bem na fita. Atrás apenas da China e da Índia, países com mais de "bilhão" de habitantes. O feito se torna mais espantoso quando nos apercebemos que nosso país está crescendo com distribuição de renda e preocupação com o meio ambiente. Mas tudo bem. O que a população não vê nos telejornais ou revistas ou jornalões ela sente no dia-a-dia. E aí vá explicar para a Oposição o porquê do Lula estar bem perto de eleger aquilo que eles chamaram de "poste".
Vá ao pdf do "Economia Brasileira em Perspectiva" do Minstério da Fazenda para saber mais.
Principais análises e notícias sobre politica, economia, relações internacionais, etc., etc.
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terça-feira, 31 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Economist: A Vantagem da Mulher de Lula
É interessante ter uma leitura do país pelos olhos da mídia estrangeira. Digamos que é possível encontrar um certo distanciamento do provincianismo típico da nossa imprensa engajada, ainda que as semelhanças editorias sejam patentes e inevitáveis. A Economist lança mais um artigo sobre o Brasil, referente às eleições presidenciais, com suas impressões sobre os dois principais candidatos: Dilma Rousseff e José Serra. O artigo é direto e refere-se exclusivamente ao desempenho dos personagens bem como do seu currículo e patrimônio políticos. Serra, ex-Ministro, Prefeito e Governador; Dilma, burocrata, mas candidata do Presidente mais popular que o Brasil já teve. No final dá pra sentir um certo vaticínio da reportagem, que deixa escapar uma pequena decepção. Ainda bem que quem decide é o povo.
A campanha presidencial brasileira
Glória refletida
A lady do Lula está a caminho de herdar a presidência
Aug 12th 2010 | da revista britânica Economist
No papel, José Serra do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) , o maior partido de oposição do Brasil, deveria ser capaz de vencer a eleição presidencial de 3 de outubro sem suor. Ele teve muitos grandes cargos políticos em uma longa e bem sucedida carreira, inclusive como deputado, senador, ministro do Planejamento e depois da Saúde, e prefeito e agora governador de São Paulo, a maior cidade e o estado mais poderoso do Brasil. Ele está diante de uma neófita política: uma assessora e burocrata que era quase desconhecida há apenas alguns anos, que nunca antes disputou, muito menos venceu, uma eleição.
Em vez disso, o sr. Serra está lutando para se manter na disputa. Pesquisas o colocam de cinco a dez pontos atrás de Dilma Rousseff, a candidata do governista Partido dos Trabalhadores (PT). O problema não é a apresentação, embora o sr. Serra pareça maçante a não ser quando sorri, quando parece alarmante. A sra. Rousseff não tem nada de carismática e sua fraqueza é oferecer respostas de meia hora para perguntas de uma linha.
O problema do sr. Serra é que a sra. Rousseff é a sucessora escolhida de Luiz Inácio Lula da Silva, o atual presidente. Quatro-quintos dos brasileiros aprovam Lula e quase a metade diz que numa eleição presidencial votaria ou nele (se a Constituição não o impedisse de disputar um terceiro mandato consecutivo) ou no candidato dele. Desde que selecionou a sucessora, Lula a tem elevado aos céus (ela é “como Nelson Mandela”) e cruza o país com ela a tiracolo. Agora a maioria dos brasileiros sabe qual é a candidata do Lula — e cada vez mais brasileiros pretendem votar nela.
No dia 5 de agosto, o dia do primeiro debate televisionado entre os candidatos, uma empresa de pesquisas colocou a sra. Roussef com 41,6%, uma vantagem de dez pontos sobre o sr. Serra. Marina Silva do Partido Verde veio em terceiro com 9%. Excluindo as respostas inválidas, a sra. Rousseff está perto de vencer no primeiro turno. Essa pesquisa pode ser fora da média, mas outras dão a ela uma liderança crescente.
A sra. Rousseff parecia nervosa no debate e teve dificuldades para manter suas respostas curtas. O sr. Serra parecia melhor. Mas como o debate aconteceu ao mesmo tempo que uma importante partida de futebol, quase ninguém viu.
Mais preocupante para o sr. Serra, o debate demonstrou as dificuldades que ele vai enfrentar no resto da campanha. Provavelmente com razão, o sr. Serra decidiu que atacar um presidente tão popular quanto Lula não daria a ele muitos votos. Ele discorda da sra. Rousseff em algumas coisas, como a política externa e o papel do estado na economia. Mas ele concorda em outras. Ele foi obrigado a prometer continuidade de alguns dos programas de Lula, como o Bolsa Família, um empréstimo para famílias pobres. Enquanto isso, com a economia em forte crescimento, os brasileiros estão aproveitando a vida: “o fator do bem estar” agora faz parte da língua portuguesa.
Mas a estabilidade vende melhor para os governistas do que para os desafiantes. O slogan do sr. Serra, “Brasil pode mais”, exemplifica a dificuldade. Ele luta para capitalizar seu currículo. Ele é mais conhecido pelo papel que teve nos governos de Fernando Henrique Cardoso, de 1995-2002, os quais, apesar de algumas conquistas sólidas, são relembrados pelos brasileiros sem carinho.
“Para Dilma é simples: persuadir o povo de que ela representa Lula”, diz Rubens Figueiredo, um consultor político de São Paulo. “Mas Serra precisa relembrar as pessoas de que Lula não é o candidato — mas de um jeito que não seja oposição, preferivelmente sem nem mesmo mencionar Lula”.
A liderança da sra. Rousseff ainda não é insuperável. Se o sr. Serra conseguir evitar a vitória dela no primeiro turno, pode ter chance no segundo. E no Brasil sempre há a possibilidade de um escândalo ou de um desastre de campanha.
Mas ainda existem alguns votos que a sra. Rousseff pode conseguir por ser a mulher do Lula. Cerca de 8% dizem a pesquisadores que querem votar no candidato do presidente, mas não citam o nome dela.
Ela em breve terá mais oportunidades para reforçar essa ligação. A partir de 17 de agosto as estações de rádio e TV brasileiras são obrigadas a colocar anúncios políticos gratuitos, com mais tempo para os candidatos cujas alianças tem maior número de assentos no Congresso. Isso significa que a sra. Rousseff terá mais de dez minutos, três vezes por semana; o sr. Serra precisa se arranjar com pouco mais de sete minutos. Essa vantagem pode acabar sendo a decisiva.
A campanha presidencial brasileira
Glória refletida
A lady do Lula está a caminho de herdar a presidência
Aug 12th 2010 | da revista britânica Economist
No papel, José Serra do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) , o maior partido de oposição do Brasil, deveria ser capaz de vencer a eleição presidencial de 3 de outubro sem suor. Ele teve muitos grandes cargos políticos em uma longa e bem sucedida carreira, inclusive como deputado, senador, ministro do Planejamento e depois da Saúde, e prefeito e agora governador de São Paulo, a maior cidade e o estado mais poderoso do Brasil. Ele está diante de uma neófita política: uma assessora e burocrata que era quase desconhecida há apenas alguns anos, que nunca antes disputou, muito menos venceu, uma eleição.
Em vez disso, o sr. Serra está lutando para se manter na disputa. Pesquisas o colocam de cinco a dez pontos atrás de Dilma Rousseff, a candidata do governista Partido dos Trabalhadores (PT). O problema não é a apresentação, embora o sr. Serra pareça maçante a não ser quando sorri, quando parece alarmante. A sra. Rousseff não tem nada de carismática e sua fraqueza é oferecer respostas de meia hora para perguntas de uma linha.
O problema do sr. Serra é que a sra. Rousseff é a sucessora escolhida de Luiz Inácio Lula da Silva, o atual presidente. Quatro-quintos dos brasileiros aprovam Lula e quase a metade diz que numa eleição presidencial votaria ou nele (se a Constituição não o impedisse de disputar um terceiro mandato consecutivo) ou no candidato dele. Desde que selecionou a sucessora, Lula a tem elevado aos céus (ela é “como Nelson Mandela”) e cruza o país com ela a tiracolo. Agora a maioria dos brasileiros sabe qual é a candidata do Lula — e cada vez mais brasileiros pretendem votar nela.
No dia 5 de agosto, o dia do primeiro debate televisionado entre os candidatos, uma empresa de pesquisas colocou a sra. Roussef com 41,6%, uma vantagem de dez pontos sobre o sr. Serra. Marina Silva do Partido Verde veio em terceiro com 9%. Excluindo as respostas inválidas, a sra. Rousseff está perto de vencer no primeiro turno. Essa pesquisa pode ser fora da média, mas outras dão a ela uma liderança crescente.
A sra. Rousseff parecia nervosa no debate e teve dificuldades para manter suas respostas curtas. O sr. Serra parecia melhor. Mas como o debate aconteceu ao mesmo tempo que uma importante partida de futebol, quase ninguém viu.
Mais preocupante para o sr. Serra, o debate demonstrou as dificuldades que ele vai enfrentar no resto da campanha. Provavelmente com razão, o sr. Serra decidiu que atacar um presidente tão popular quanto Lula não daria a ele muitos votos. Ele discorda da sra. Rousseff em algumas coisas, como a política externa e o papel do estado na economia. Mas ele concorda em outras. Ele foi obrigado a prometer continuidade de alguns dos programas de Lula, como o Bolsa Família, um empréstimo para famílias pobres. Enquanto isso, com a economia em forte crescimento, os brasileiros estão aproveitando a vida: “o fator do bem estar” agora faz parte da língua portuguesa.
Mas a estabilidade vende melhor para os governistas do que para os desafiantes. O slogan do sr. Serra, “Brasil pode mais”, exemplifica a dificuldade. Ele luta para capitalizar seu currículo. Ele é mais conhecido pelo papel que teve nos governos de Fernando Henrique Cardoso, de 1995-2002, os quais, apesar de algumas conquistas sólidas, são relembrados pelos brasileiros sem carinho.
“Para Dilma é simples: persuadir o povo de que ela representa Lula”, diz Rubens Figueiredo, um consultor político de São Paulo. “Mas Serra precisa relembrar as pessoas de que Lula não é o candidato — mas de um jeito que não seja oposição, preferivelmente sem nem mesmo mencionar Lula”.
A liderança da sra. Rousseff ainda não é insuperável. Se o sr. Serra conseguir evitar a vitória dela no primeiro turno, pode ter chance no segundo. E no Brasil sempre há a possibilidade de um escândalo ou de um desastre de campanha.
Mas ainda existem alguns votos que a sra. Rousseff pode conseguir por ser a mulher do Lula. Cerca de 8% dizem a pesquisadores que querem votar no candidato do presidente, mas não citam o nome dela.
Ela em breve terá mais oportunidades para reforçar essa ligação. A partir de 17 de agosto as estações de rádio e TV brasileiras são obrigadas a colocar anúncios políticos gratuitos, com mais tempo para os candidatos cujas alianças tem maior número de assentos no Congresso. Isso significa que a sra. Rousseff terá mais de dez minutos, três vezes por semana; o sr. Serra precisa se arranjar com pouco mais de sete minutos. Essa vantagem pode acabar sendo a decisiva.
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domingo, 16 de maio de 2010
Eleições 2010: Nova Pesquisa Vox Populi na Band
Não entendo como que um veículo como a Rede Globo, que queira se mostrar sério, não divulga pesquisa feita pelo Vox Populi e pela Sensus. Ou será que no Brasil apenas o IBOPE e o Data-Folha podem ser considerados institutos confiáveis, ainda que mudem de metodologia de colheita de dados sem a menor cerimônia, criticando, inclusive, os outros institutos pela sua metodologia, e ainda que o Presidente de um deles tenha dado declarações já há alguns meses afirmando que a Dilma não iria emplacar. Aí fica difícil.
Do eBand
Dilma passa Serra nas pesquisas eleitorais
Gisiela Klein
gklein@band.com.br
A pré-candidata do PT às eleições presidenciais, Dilma Rousseff, aparece pela primeira vez à frente do pré-candidato tucano José Serra. Pesquisa Vox Populi, divulgada neste sábado, mostra que a petista tem 38% das intenções de voto contra 35% de Serra. Como a margem de erro é de 2.2 pontos percentuais, os pré-candidatos estão tecnicamente empatados.
A pesquisa estimulada apresentou a 2 mil eleitores de 117 municípios os nomes de Dilma, Serra e Marina Silva (PV). As entrevistas foram realizadas entre os dias 8 e 13 de maio e a pesquisa foi encomendada pela Rede Bandeirantes.
As pessoas que ainda não sabem em quem votar ou que não responderam somam 11% e votos brancos ou nulos chegam a 8%. Nesta pesquisa, Marina Silva tem 8% das intenções de voto.
Analisando os dados por região, percebe-se que Dilma tem mais força no Nordeste, onde consegue 45% dos votos. Já na região Sul, a petista fica com 30%. Serra está em situação oposta, com 45% dos votos no Sul e 30% no Nordeste.
Se dividirmos os eleitores entre mulheres e homens, Dilma tem mais votos de homens (42%) e menos de mulheres (34%). Já a situação de Serra é mais equilibrada: 35% dos seus votos são de mulheres e 34% de homens.
Em outro questionário, onde aparecem também os chamados “candidatos nanicos”, Dilma aparece com 37% dos votos, Serra com 34% e Marina com 7%. Os demais não somam sequer 1%.
A pesquisa Vox Populi/Bandeirantes foi registrada junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) no dia 7 de maio, com o protocolo de número 11.266/2010.
Clique aqui para ir ao pdf da pesquisa completa.
http://www.band.com.br/jornalismo/eleicoes2010/conteudo.asp?ID=302623
Do eBand
Dilma passa Serra nas pesquisas eleitorais
Gisiela Klein
gklein@band.com.br
A pré-candidata do PT às eleições presidenciais, Dilma Rousseff, aparece pela primeira vez à frente do pré-candidato tucano José Serra. Pesquisa Vox Populi, divulgada neste sábado, mostra que a petista tem 38% das intenções de voto contra 35% de Serra. Como a margem de erro é de 2.2 pontos percentuais, os pré-candidatos estão tecnicamente empatados.
A pesquisa estimulada apresentou a 2 mil eleitores de 117 municípios os nomes de Dilma, Serra e Marina Silva (PV). As entrevistas foram realizadas entre os dias 8 e 13 de maio e a pesquisa foi encomendada pela Rede Bandeirantes.
As pessoas que ainda não sabem em quem votar ou que não responderam somam 11% e votos brancos ou nulos chegam a 8%. Nesta pesquisa, Marina Silva tem 8% das intenções de voto.
Analisando os dados por região, percebe-se que Dilma tem mais força no Nordeste, onde consegue 45% dos votos. Já na região Sul, a petista fica com 30%. Serra está em situação oposta, com 45% dos votos no Sul e 30% no Nordeste.
Se dividirmos os eleitores entre mulheres e homens, Dilma tem mais votos de homens (42%) e menos de mulheres (34%). Já a situação de Serra é mais equilibrada: 35% dos seus votos são de mulheres e 34% de homens.
Em outro questionário, onde aparecem também os chamados “candidatos nanicos”, Dilma aparece com 37% dos votos, Serra com 34% e Marina com 7%. Os demais não somam sequer 1%.
A pesquisa Vox Populi/Bandeirantes foi registrada junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) no dia 7 de maio, com o protocolo de número 11.266/2010.
Clique aqui para ir ao pdf da pesquisa completa.
http://www.band.com.br/jornalismo/eleicoes2010/conteudo.asp?ID=302623
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quinta-feira, 29 de abril de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
Pesquisa Vox Populi x Data Folha
Por que tamanha disparidade entre os dois institutos? Sera que um e Serrista e o outro Dilmista? Ou um esta certo e o outro errado? Ou ambos certos ou errados? A verdade e que o Vox Populi manteve a tendencia de crescimento de Dilma e de estagnacao de Serra, embora este permaneca na frente. Uma outra duvida que se abate sobre a Datafolha e que o crescimento (para Serra) e a diminuicao (de Dilma) se deram numa intensidade muito grande num curto espaco de tempo, coincidentemente na epoca em que o candidato da oposicao resolveu sair de cima do muro e declarar sua candidatura no programa do Datena. Talvez para um reducao ou aumento de intencao de votos em tao pouco espaco de tempo a percepcao de toda uma populacao (que ainda nao esta antenada com as eleicoes) teria que se dar por um fato potencialmente grave, que alavancasse ou derrubasse as candidaturas. E isto nao aconteceu. Ou o requentado caso do Bancoop seria capaz de alavancar Serra e derrubar Dilma? Ou o Lula falando sobre as greves de fome em Cuba e pagando multa eleitoral teriam este mesmo efeito? ou as reiteradas manchetes depreciativas do o Globo seriam assim tao poderosas? Ou o factoide da Eletronet teria tido um efeito tao devastador nos coracoes e mentes dos brasileiros? Talvez entre os votos de opiniao, mas estes ja estao critalizados. Restam os "incautos" que ainda acreditam em jonaloes e revistoes que fazem as vezes dos partidos de oposicao. Mas o numero destes e cada vez menor. Nao e a toa que o proprio Datafolha, quando de sua divulgacao, apressou-se em explicar que aquela leitura poderia ser um retrato do momento, como a preparar o terreno para justificar uma possivel disparidade com uma outra pesquisa. Nao e a toa tambem que a Folha, mudando de estrategia, resolveu desqualificar a pesquisa Vox Populi, acreditando (ou querendo fazer acreditar) que algumas questoes da nova pesquisa induziam o eleitor a erro, como se se perguntar os cargos que os candidatos ja ocuparam, ou o fato de se colocar apenas a palavra "governador" ou "governador de Sao Paulo" antes do nomes de Jose Serra fossem suficientes para induzir ao erro ou a uma determinada resposta. E agora? Houve ou nao houve manipulacao?
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sábado, 3 de abril de 2010
Brizola Neto: so Freud explica
Muito interessante o post do Brizola Neto, intitulado "O Sigmund Freud de O Globo", em que faz uma critica acida a um texto do Merval Pereira, apontando como relacoes profissionais de subserviencia podem levar a uma distorcao na percepcao das relacoes de poder. A coisa realmente soa surreal.
O Sigmund Freud de O Globo
Por Brizola Neto
O Conselho Nacional de Psicologia devia dar um título honorário – ou uma queixa por exercício ilegal da profissão - ao colunista Merval Pereira, por sua coluna deste sábado em O Globo.
Eu, que não sou psicólogo e também não sou aspirante a lorde inglês, dei foi boas risadas.
Vejam que pérolas do “jornalismo”:
“Ela (Dilma) chegou a usar 28 vezes o tratamento de “senhor” ao se referir ao presidente Lula em eu discurso de despedida do ministério, o que é um sinal de subserviência não com o papel de candidata à presidência da República”
Como é que se trata o presidente da República numa cerimônia oficial e pública? “Aí, xará“? “Mano“? “Cara“? “Ô, psit“?
Ou ela deveria chama-lo de “Doutor”, como Merval e outros chamavam Roberto Marinho, que era tão diplomado quanto Lula?
Mas tem mais:
“Pois ele (Lula) não está escondendo a dificuldade com que está lidando com a perspectiva do fim do poder“
Aí, xará, senti firmeza…Dignóstico legal, profundo, resultado de horas de análise. Qual seria o dignóstico do Dr. Sigmund Merval sobre os arreganhos de Fernando Henrique que, para desespero de José Serra, tenta ser uma voz de oposição – reconheça-se a sua honestidade – a Lula? Merval – não posso chamar de senor Merval para não ser submisso – deveria ler sobre a “Síndrome do Ninho Vazio”, que acomete pais quando os filhos criam asas e se vão, tucaninhos donos de seus próprios bicos.
Mas você pensa que acabou?
“Encarar a alternância de poder como uma derrota é uma maneira de querer continuar no poder eternamente (…)”
Uai, um presidente, um governador, um prefeito é vitorioso se a oposição ganha a eleição? Não é derrota? Pode não ser o fim do mundo, pode não ser o desastre que, neste caso, é… Mas que é derrota, é! Nada a ver com não aceitar o resultado, a manifestação do eleitor. Mas achar que perder eleição é vitória e não derrota, é caso de ir pro divã ou, então, para o palanque do adversário.
” O presidente Lula está parecendo até aqueles funcionários que não querem se aposentar, mesmo que a lei os obrigue a isso”
Pronto, aí está a terapêutica mervalina para o futuro ex-presidente: ir jogar truco em São Bernardo. Mas não vai dar certo, truco é jogo gritado, se passa a mão no queixo para marcar o Rei barbudo e se manda o Zap (quatro de paus, obrigado) na testa…
Melhor não, Dr. Merval. O senhor, como psicólogo, deveria saber que a ociosidade é má conselheira. Lula vai ter muito trabalho ajudando Dilma a enfrentar os colunistas que querem descartar o Lula, porque acham que a Dama é fraca no truco e perderá para os valetes de Serra.
“Se Dilma vencer, vai querer tutelá-la. Se vencer Serra, Lula vai comandar uma oposição ferrenha contra aquele que o tirou do poder.”
Ué, “aquele que o tirou do poder”? Não era aposentadoria, não era “vitória da alternância de poder”?
Lula não vai comandar “uma oposição ferrenha”. Nem vai exercer tutela. Isso é vício de quem só enxerga as relações humanas como de “chefe” e subordinado. Coisa de quem não tem causa, da qual todos somos servos, e não há posição de maior altivez do que ser servo de idéias. Fica quilômetros acima da de ser lorde na corte dos poderosos.
Mas é natural que se pense assim. Quem se formou no ambiente da subserviência ao poder não consegue ver senão a ambição como motor do comportamento humano.
Freud, o verdadeiro, explica.
O Sigmund Freud de O Globo
Por Brizola Neto
O Conselho Nacional de Psicologia devia dar um título honorário – ou uma queixa por exercício ilegal da profissão - ao colunista Merval Pereira, por sua coluna deste sábado em O Globo.
Eu, que não sou psicólogo e também não sou aspirante a lorde inglês, dei foi boas risadas.
Vejam que pérolas do “jornalismo”:
“Ela (Dilma) chegou a usar 28 vezes o tratamento de “senhor” ao se referir ao presidente Lula em eu discurso de despedida do ministério, o que é um sinal de subserviência não com o papel de candidata à presidência da República”
Como é que se trata o presidente da República numa cerimônia oficial e pública? “Aí, xará“? “Mano“? “Cara“? “Ô, psit“?
Ou ela deveria chama-lo de “Doutor”, como Merval e outros chamavam Roberto Marinho, que era tão diplomado quanto Lula?
Mas tem mais:
“Pois ele (Lula) não está escondendo a dificuldade com que está lidando com a perspectiva do fim do poder“
Aí, xará, senti firmeza…Dignóstico legal, profundo, resultado de horas de análise. Qual seria o dignóstico do Dr. Sigmund Merval sobre os arreganhos de Fernando Henrique que, para desespero de José Serra, tenta ser uma voz de oposição – reconheça-se a sua honestidade – a Lula? Merval – não posso chamar de senor Merval para não ser submisso – deveria ler sobre a “Síndrome do Ninho Vazio”, que acomete pais quando os filhos criam asas e se vão, tucaninhos donos de seus próprios bicos.
Mas você pensa que acabou?
“Encarar a alternância de poder como uma derrota é uma maneira de querer continuar no poder eternamente (…)”
Uai, um presidente, um governador, um prefeito é vitorioso se a oposição ganha a eleição? Não é derrota? Pode não ser o fim do mundo, pode não ser o desastre que, neste caso, é… Mas que é derrota, é! Nada a ver com não aceitar o resultado, a manifestação do eleitor. Mas achar que perder eleição é vitória e não derrota, é caso de ir pro divã ou, então, para o palanque do adversário.
” O presidente Lula está parecendo até aqueles funcionários que não querem se aposentar, mesmo que a lei os obrigue a isso”
Pronto, aí está a terapêutica mervalina para o futuro ex-presidente: ir jogar truco em São Bernardo. Mas não vai dar certo, truco é jogo gritado, se passa a mão no queixo para marcar o Rei barbudo e se manda o Zap (quatro de paus, obrigado) na testa…
Melhor não, Dr. Merval. O senhor, como psicólogo, deveria saber que a ociosidade é má conselheira. Lula vai ter muito trabalho ajudando Dilma a enfrentar os colunistas que querem descartar o Lula, porque acham que a Dama é fraca no truco e perderá para os valetes de Serra.
“Se Dilma vencer, vai querer tutelá-la. Se vencer Serra, Lula vai comandar uma oposição ferrenha contra aquele que o tirou do poder.”
Ué, “aquele que o tirou do poder”? Não era aposentadoria, não era “vitória da alternância de poder”?
Lula não vai comandar “uma oposição ferrenha”. Nem vai exercer tutela. Isso é vício de quem só enxerga as relações humanas como de “chefe” e subordinado. Coisa de quem não tem causa, da qual todos somos servos, e não há posição de maior altivez do que ser servo de idéias. Fica quilômetros acima da de ser lorde na corte dos poderosos.
Mas é natural que se pense assim. Quem se formou no ambiente da subserviência ao poder não consegue ver senão a ambição como motor do comportamento humano.
Freud, o verdadeiro, explica.
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quinta-feira, 4 de março de 2010
Serra convida, mas Aécio recusa vaga de vice na chapa
BRASÍLIA (Reuters) - O governador de Minas Gerais, Aécio Neves, formalizou o que há tempos já prometia: recusou o convite do governador de São Paulo, José Serra, para assumir a vaga de vice em sua chapa presidencial.
A informação foi dada à Reuters, na noite de quarta-feira, por um parlamentar do PSDB sob condição de anonimato.
Apesar da negativa de Aécio, a fonte afirmou que o mineiro se comprometeu a fazer o que for preciso para eleger o colega de legenda.
Minas Gerais, o segundo maior colégio eleitoral do país, é crucial para os objetivos de Serra. Sem o engajamento de Aécio, a conquista do Estado é bastante difícil.
Segundo a fonte, a conversa teria ocorrido na noite de terça-feira, em Brasília. Na manhã de quarta-feira, os dois participaram da solenidade de homenagem a Tancredo Neves no Senado.
José Serra tem protelado o anúncio de sua pré-candidatura, mesmo diante da pressão dos partidos oposicionistas para que declare seu intenção de concorrer.
Os apelos cresceram após pesquisa do Datafolha mostrar crescimento da ministra-chefe da Casa Civil e pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, e queda do tucano.
Sua resistência em antecipar a decisão acabou alimentando rumores na última semana de que poderia não se lançar à disputa. O convite a Aécio Neves, porém, indica que, ao menos, ele está se movimentando.
(Reportagem de Natuza Nery)
A informação foi dada à Reuters, na noite de quarta-feira, por um parlamentar do PSDB sob condição de anonimato.
Apesar da negativa de Aécio, a fonte afirmou que o mineiro se comprometeu a fazer o que for preciso para eleger o colega de legenda.
Minas Gerais, o segundo maior colégio eleitoral do país, é crucial para os objetivos de Serra. Sem o engajamento de Aécio, a conquista do Estado é bastante difícil.
Segundo a fonte, a conversa teria ocorrido na noite de terça-feira, em Brasília. Na manhã de quarta-feira, os dois participaram da solenidade de homenagem a Tancredo Neves no Senado.
José Serra tem protelado o anúncio de sua pré-candidatura, mesmo diante da pressão dos partidos oposicionistas para que declare seu intenção de concorrer.
Os apelos cresceram após pesquisa do Datafolha mostrar crescimento da ministra-chefe da Casa Civil e pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, e queda do tucano.
Sua resistência em antecipar a decisão acabou alimentando rumores na última semana de que poderia não se lançar à disputa. O convite a Aécio Neves, porém, indica que, ao menos, ele está se movimentando.
(Reportagem de Natuza Nery)
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sábado, 27 de fevereiro de 2010
Mais uma Datafolha: Dilma cresce em intenção de voto e já encosta em Serra
da Folha Online
Pesquisa Datafolha publicada na edição de domingo da Folha, mostra que a ministra petista Dilma Rousseff (Casa Civil) cresceu cinco pontos nas pesquisas de intenção de voto de dezembro para janeiro, atingindo 28%.
No mesmo período, a taxa de intenção de voto no governador de São Paulo, José Serra (PSDB), recuou de 37% para 32%.
Com isso, a diferença entre os dois pré-candidatos recuou de 14 pontos para 4 pontos de dezembro para cá.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. No entanto, é impreciso dizer que o levantamento indica um empate técnico entre Serra e Dilma.
A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 25 de fevereiro. Foram ouvidas 2.623 pessoas com maiores de 16 anos.
Atualizacao 1: No entanto, é impreciso dizer que o levantamento indica um empate técnico entre Serra e Dilma. E a Folha acaba de inventar o "empate tecnico impreciso". Tese nova, uma vez que em outras ocasioes sequer se pensava em tal argumento. Nao acredita?
Leia aqui e aqui...
Atualizacao 2: Nada no Jornal Nacional...
Pesquisa Datafolha publicada na edição de domingo da Folha, mostra que a ministra petista Dilma Rousseff (Casa Civil) cresceu cinco pontos nas pesquisas de intenção de voto de dezembro para janeiro, atingindo 28%.
No mesmo período, a taxa de intenção de voto no governador de São Paulo, José Serra (PSDB), recuou de 37% para 32%.
Com isso, a diferença entre os dois pré-candidatos recuou de 14 pontos para 4 pontos de dezembro para cá.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. No entanto, é impreciso dizer que o levantamento indica um empate técnico entre Serra e Dilma.
A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 25 de fevereiro. Foram ouvidas 2.623 pessoas com maiores de 16 anos.
Atualizacao 1: No entanto, é impreciso dizer que o levantamento indica um empate técnico entre Serra e Dilma. E a Folha acaba de inventar o "empate tecnico impreciso". Tese nova, uma vez que em outras ocasioes sequer se pensava em tal argumento. Nao acredita?
Leia aqui e aqui...
Atualizacao 2: Nada no Jornal Nacional...
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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
IBOPE: Dilma diminui vantagem de Serra nas intenções de voto
Do Portal UOL
São Paulo, 17 fev (EFE).- A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, possível candidata do PT para as eleições presidenciais de outubro, diminuiu ainda mais a vantagem do governador paulista José Serra, do PSDB, revelou hoje uma pesquisa de intenções de voto.
O Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE) em uma pesquisa encomendada pela Associação Comercial de São Paulo, indicou que Dilma passou de 17% a 25%, enquanto Serra caiu de 38% para 36%. A variação deixa o governador "tecnicamente estável" segundo a margem de erro.
Na terceira posição apareceu o deputado cearense Ciro Gomes, do PSB, com 11% das intenções, seguido da senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, do PV, com 8%.
Ciro Gomes perdeu dois pontos percentuais, enquanto Marina Silva aumentou dois pontos em relação à pesquisa anterior realizada em dezembro.
Pela margem de erro, de dois pontos percentuais da enquete, Ciro Gomes e Marina Silva ficaram na mesma posição.
A percentagem de votos brancos foi de 11% e o de eleitores ainda indecisos foi de 9%.
Na simulação de um eventual segundo turno, Serra aparece com o 47% das intenções de voto, enquanto Dilma, favorita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com 33%.
A pesquisa foi realizada nos dias 6 e 7 de fevereiro com 2.002 eleitores em 144 municípios de todo o país e um nível de confiança de 95%.
Prevê-se que o PT eleja Dilma Rousseff como sua candidata à Presidência, em um ato previsto para o próximo sábado, no quarto congresso do partido, que começa amanhã.
São Paulo, 17 fev (EFE).- A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, possível candidata do PT para as eleições presidenciais de outubro, diminuiu ainda mais a vantagem do governador paulista José Serra, do PSDB, revelou hoje uma pesquisa de intenções de voto.
O Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE) em uma pesquisa encomendada pela Associação Comercial de São Paulo, indicou que Dilma passou de 17% a 25%, enquanto Serra caiu de 38% para 36%. A variação deixa o governador "tecnicamente estável" segundo a margem de erro.
Na terceira posição apareceu o deputado cearense Ciro Gomes, do PSB, com 11% das intenções, seguido da senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, do PV, com 8%.
Ciro Gomes perdeu dois pontos percentuais, enquanto Marina Silva aumentou dois pontos em relação à pesquisa anterior realizada em dezembro.
Pela margem de erro, de dois pontos percentuais da enquete, Ciro Gomes e Marina Silva ficaram na mesma posição.
A percentagem de votos brancos foi de 11% e o de eleitores ainda indecisos foi de 9%.
Na simulação de um eventual segundo turno, Serra aparece com o 47% das intenções de voto, enquanto Dilma, favorita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com 33%.
A pesquisa foi realizada nos dias 6 e 7 de fevereiro com 2.002 eleitores em 144 municípios de todo o país e um nível de confiança de 95%.
Prevê-se que o PT eleja Dilma Rousseff como sua candidata à Presidência, em um ato previsto para o próximo sábado, no quarto congresso do partido, que começa amanhã.
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Costa Rica: Vitória de Laura Chinchilla
Do Portal G1

Milhares de costarriquenhos festejam vitória de Laura ChinchillaCom 71,1% dos votos apurados, Laura obtém 46,8%.
Laura Chinchilla, eleita neste dominfo (7) presidente da Costa Rica, prometeu em seu discurso de vitória abrir um diálogo com todos os setores, melhorar a qualidade da saúde, da educação e da segurança.
Segundo a Corte Suprema de Eleições (TSE), com 71,1% das mesas de votação apuradas, Laura, do governista Partido Libertação Nacional (PLN), obtém 46,8% dos votos; Ottón Solís, do centro-esquerdista Partido Ação Cidadã (PAC), 25%; e Otto Guevara, do direitista Movimento Libertário, 21%.
"Estamos fazendo história", disse a presidente eleita em discurso carregado de agradecimentos, inclusive para seus oponente. Ela fez um apelo a todos os setores para dialogar com o objetivo de "tomar decisões, não para evitá-las ou adiá-las".
"Terei as portas abertas a todos os costarriquenhos de boa fé. Escutarei a voz de quem não esteve conosco nesta eleição e peço humildemente sua ajuda. Ninguém tem o monopólio da verdade, a sensatez e a moral", afirmou.
Laura, de 50 anos e com uma pós-graduação em ciências políticas, expressou seu agradecimento às "pioneiras que abriram o caminho da participação política da mulher na Costa Rica", e que "hoje tornam possível que uma mulher seja presidente da República".
Entre os compromissos mencionados, destaque para a "segurança, segurança e segurança", em alusão ao que os costarriquenhos consideram em diversas pesquisas como o problema mais grave do país.
Também prometeu melhorar a qualidade da saúde e do meio ambiente, âmbitos nos quais prometeu continuar os passos para transformar a Costa Rica em 2021 em uma nação que compensa a totalidade de suas emissões de carbono.
Além disso, ofereceu aumentar a qualidade da educação pública e continuar com um crescimento econômico sustentado que transforme seu país na primeira nação desenvolvida da América Latina.
Derrota O candidato do Partido Ação Cidadã (PAC), Ottón Solís, foi o primeiro a reconhecer sua derrota e felicitar a nova governista. Solís falou perante seus seguidores, concentrados na sede do PAC, para aceitar uma nova derrota eleitoral, a terceira de sua carreira política.
Solís anunciou também que não aspirará de novo à Presidência da Costa Rica, e que apoiará quem abraçar as ideias de seu partido.
Milhares de costarriquenhos festejam vitória de Laura ChinchillaCom 71,1% dos votos apurados, Laura obtém 46,8%.
Juan Carlos Ulate/Reuters
Segundo a Corte Suprema de Eleições (TSE), com 71,1% das mesas de votação apuradas, Laura, do governista Partido Libertação Nacional (PLN), obtém 46,8% dos votos; Ottón Solís, do centro-esquerdista Partido Ação Cidadã (PAC), 25%; e Otto Guevara, do direitista Movimento Libertário, 21%.
"Estamos fazendo história", disse a presidente eleita em discurso carregado de agradecimentos, inclusive para seus oponente. Ela fez um apelo a todos os setores para dialogar com o objetivo de "tomar decisões, não para evitá-las ou adiá-las".
"Terei as portas abertas a todos os costarriquenhos de boa fé. Escutarei a voz de quem não esteve conosco nesta eleição e peço humildemente sua ajuda. Ninguém tem o monopólio da verdade, a sensatez e a moral", afirmou.
Laura, de 50 anos e com uma pós-graduação em ciências políticas, expressou seu agradecimento às "pioneiras que abriram o caminho da participação política da mulher na Costa Rica", e que "hoje tornam possível que uma mulher seja presidente da República".
Entre os compromissos mencionados, destaque para a "segurança, segurança e segurança", em alusão ao que os costarriquenhos consideram em diversas pesquisas como o problema mais grave do país.
Também prometeu melhorar a qualidade da saúde e do meio ambiente, âmbitos nos quais prometeu continuar os passos para transformar a Costa Rica em 2021 em uma nação que compensa a totalidade de suas emissões de carbono.
Além disso, ofereceu aumentar a qualidade da educação pública e continuar com um crescimento econômico sustentado que transforme seu país na primeira nação desenvolvida da América Latina.
Seguidores de Laura Chinchilla festejam vitória da candidata. (Foto: Juan Carlos Ulate/Reuters)
Derrota O candidato do Partido Ação Cidadã (PAC), Ottón Solís, foi o primeiro a reconhecer sua derrota e felicitar a nova governista. Solís falou perante seus seguidores, concentrados na sede do PAC, para aceitar uma nova derrota eleitoral, a terceira de sua carreira política.
Solís anunciou também que não aspirará de novo à Presidência da Costa Rica, e que apoiará quem abraçar as ideias de seu partido.
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