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terça-feira, 31 de agosto de 2010

O Crescimento do PIB Brasileiro e o Porquê da Oposição estar Atônita.

Notou que a Velha Mídia já não se detém muito nos números do PIB ou do crescimento da econcomia brasileira? O foco agora é nos dossiês ou vazamentos da Receita Federal. Não que isto não seja notícia, tampouco que não seja importante num ano eleitoral. Mas foco por foco, este atende mais aos interesses do consórcio midiático-político em exaustão. Acontece que o fato da economia brasileira estar num momento ímpar da sua história deveria ser também motivo de louvor e atenção. Isto porque seria importante para a população em geral saber o porquê deste momento e como mantê-lo sem que caiamos no famoso e tenebroso "vôo de galinha". As informações do gráfico a seguir revelam o quanto o Brasil está bem na fita. Atrás apenas da China e da Índia, países com mais de "bilhão" de habitantes. O feito se torna mais espantoso quando nos apercebemos que nosso país está crescendo com distribuição de renda e preocupação com o meio ambiente. Mas tudo bem. O que a população não vê nos telejornais ou revistas ou  jornalões ela sente no dia-a-dia. E aí vá explicar para a Oposição o porquê do Lula estar bem perto de eleger aquilo que eles chamaram de "poste".



Vá ao pdf do "Economia Brasileira em Perspectiva" do Minstério da Fazenda para saber mais.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

FMI eleva projeção de crescimento da economia brasileira

Da Agência Brasil
Luana Lourenço
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou a projeção de crescimento do Brasil em 2010 e 2011. Em relatório lançado hoje (19), o FMI estima crescimento de 5,5% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2010, um aumento de 0,8 ponto percentual em relação à previsão feita em janeiro, de 4,7%.

O fundo também reavaliou a projeção para 2011. Na análise anterior, a previsão era de que o Brasil chegaria a um crescimento de 3,7%. A nova estimativa aponta aumento de 4,1% no PIB. De acordo com o relatório World Economic Outlook, o crescimento brasileiro será consequência do forte consumo interno e do investimento privado.

O crescimento global também foi recalculado e deve chegar a 4,2%, 0,3 ponto percentual mais otimista que a previsão de janeiro. Segundo o FMI, a economia global está se recuperando da crise melhor que o esperado. Em grande parte, de acordo com o relatório, porque as maiores economias emergentes – como o Brasil, a Índia e a China – mantiveram crescimento e atraíram fluxo de capital das grandes economias.

Apesar dos avanços, o FMI alerta para o risco de superaquecimento das economias e recomenda cautela com a manutenção de políticas de estímulo, que podem levar a pressões inflacionárias.

A orientação do fundo é que as políticas monetárias fiquem cada vez mais neutras. Segundo o relatório, o Brasil está mais próximo de uma política monetária desse tipo que países como Colômbia e México.

Edição: Nádia Franco

http://agenciabrasil.ebc.com.br/home;jsessionid=E27A3831C1B690587CBB7833E56E3797?p_p_id=56&p_p_lifecycle=0&p_p_state=maximized&p_p_mode=view&p_p_col_id=column-4&p_p_col_pos=1&p_p_col_count=4&_56_groupId=19523&_56_articleId=204460

quarta-feira, 21 de abril de 2010

CENÁRIOS-E se a erupção vulcânica durar semanas ou meses?

Da Reuters
Por Peter Apps


LONDRES (Reuters) - Especialistas dizem que não é possível prever a duração da nuvem de cinzas vulcânicas que continua a atrapalhar a aviação europeia e, portanto, o seu impacto econômico.

O tráfego aéreo da Europa poderá retornar à normalidade em alguns dias ou a erupção poderá durar alguns meses. Abaixo há três cenários com o impacto sobre a economia e os mercados caso a crise dure mais uma semana, um mês ou seis meses ou mais.

RESTRIÇÃO POR MAIS UMA SEMANA

Se a interrupção durar mais uma segunda semana, o impacto econômico aumentará fortemente.

-- Muitos viajantes retidos conseguirão voltar para casa, mas não seriam substituídos por novos visitantes, deixando os hotéis com baixa taxa de ocupação, após uma semana bastante movimentada.

-- As ações das companhias aéreas cairiam drasticamente, dependendo em boa parte de os governos parecerem abertos ou não à ideia de socorro financeiro.

-- O preço do petróleo cairia ainda mais e o impacto no mercado de câmbio observado até agora seria exacerbado. O xelim queniano e a lira turca permaneceriam sob pressão por causa de preocupações relacionadas à horticultura e ao turismo.

-- Mais empresas começariam a sofrer com a ausência de suprimentos normalmente entregues via aérea "em cima da hora". Faltariam a alguns fabricantes componentes essenciais, os supermercados não teriam flores, frutas e verduras provenientes da África, alguns laboratórios farmacêuticos poderiam ficar com estoques baixos.

-- As cadeias de abastecimento ficariam mais flexíveis. Alguns supermercados já estão transportando bens perecíveis de avião da África para a Espanha e a partir daí de caminhão para os destinos que se encontram sob a nuvem vulcânica. Firmas de logística estão organizando centrais nos aeroportos ainda em funcionamento e depois usam bicicletas e vans dentro da área afetada.

-- É difícil calcular o impacto sobre o produto interno bruto e boa parte disso dependerá do grau de restrição. Áreas do espaço aéreo europeu abriam e fechavam na terça-feira à medida que a nuvem se movia, e isso é difícil prever e impossível de se criar um modelo.

-- A PricewaterhouseCoopers estima que uma semana de restrição acabaria com entre 0,025 e 0,05 por cento do PIB anual britânico e o mesmo provavelmente seria verdade para outros países europeus.

RESTRIÇÃO POR MAIS UM MÊS

-- Isso forçaria muitas empresas a revolucionarem a forma com que operam. Conferências e reuniões seriam canceladas, não apenas durante o mês, mas também mais tarde, ao longo do ano.

-- Empresas de logística poderiam se adaptar melhor, reduzindo o impacto com o uso de outras centrais ou métodos de entrega. A indústria do turismo seria afetada gravemente, sobretudo as economias do Mediterrâneo, como Turquia, Grécia, Itália e Espanha. Mesmo que a nuvem desapareça até o fim de maio, é provável que as reservas para o verão europeu sejam bastante afetadas.

-- A restrição com um mês de duração teria um impacto quase que certo sobre o PIB europeu trimestral, embora seja impossível estimar o quanto sem saber o grau de restrição e como as empresas reagirão. Alguns economistas afirmam que há muitas variáveis para que valha a pena fazer modelos.

-- As companhias aéreas pressionarão muito os governos para que abrandem as restrições, colocando as autoridades numa posição complicada. Se o espaço aéreo europeu ficar 99,9 por cento seguro, com entre 20 mil e 22 mil voos por dia, isso ainda significaria que por volta de 20 aeronaves por dia ainda sofreriam com efeitos prejudiciais ou pane no motor. Qualquer acidente seria politicamente desastroso tanto para as companhias aéreas como para as autoridades.

-- Os atrasos nas viagens quase certamente diminuiriam o compasso da resposta europeia e do FMI à crise da dívida da Grécia. O adiamento de uma reunião do FMI e da UE na segunda-feira pressionou as taxas de juros gregas ainda mais para cima e qualquer adiamento maior seria mal avaliado pelos mercados.

CRISE DE SEIS MESES

A última erupção desse vulcão durou mais de um ano; portanto, essa possibilidade não pode ser descartada.

-- As companhias aéreas e os governos ficariam desesperados para colocar os voos em operação de novo e teriam de ser convencidos sobre a necessidade do fechamento do espaço aéreo se tivessem de mantê-lo.

-- Mesmo uma restrição intermitente seria devastadora em termos de reservas perdidas. As empresas de logística poderiam se adaptar com relativa rapidez, normalizando a produção, mas a remessa aérea de algumas commodities poderia simplesmente cessar, caso nenhum outro método custo-efetivo estiver disponível.

-- O impacto sobre a indústria do turismo ao longo do período do verão exercerá um forte impacto sobre o PIB. Alguns economistas sugeriram que isso poderá ser o suficiente para conduzir a Europa de volta à recessão. A economista da Chatam House Vanessa Rossi estimou que a restrição praticamente total vista na semana passada por mais meses poderia diminuir o PIB europeu entre 1 e 2 por cento.

-- O impacto deverá variar de país a país. Na Grã-Bretanha, os prejuízos decorrentes da ausência de turistas norte-americanos e europeus poderiam ser mais do que compensados pelos britânicos passando férias no próprio país. No Mediterrâneo, é quase certo que o impacto seria negativo. A África do Sul sofreria bastante caso a Copa do Mundo fosse afetada.

-- O FMI e a UE teriam de encontrar formas de organizar pacotes de ajuda que não exijam visitas frequentes ou correriam o risco de atrasar a assistência financeira a uma série de países da Europa.

http://br.reuters.com/article/worldNews/idBRSPE63J0IV20100420?sp=true

segunda-feira, 29 de março de 2010

Com piora dos números, contas externas do Brasil voltam a preocupar

Da Agência Brasil

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O crescimento acelerado do déficit em transações correntes (soma de comércio exterior, juros da dívida externa, viagens internacionais, remessa de lucros de empresas) causa preocupação em quem acompanha a economia brasileira. Nessa situação, o país fica cada vez mais dependente do cenário financeiro internacional para bancar o saldo negativo, avaliam especialistas.

No ano passado, o déficit ficou em US$ 24,334 bilhões, equivalente a 1,54% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Neste ano, a previsão do Banco Central é de déficit de US$ 49 bilhões (2,53% do PIB). Trata-se de um cenário bem diferente do ano de 2006, quando o Brasil teve saldo positivo de US$ 13,984 bilhões.

O risco está num corte abrupto de financiamento externo, deixando o Brasil sem recursos suficientes para bancar o déficit corrente, como ocorreu nas crises de 1998 e de 2002. Para o economista Ricardo Carneiro, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o financimento com investimentos em ações na Bolsa de Valores e títulos públicos não é seguro. “No mundo com tal volatilidade, como o de hoje, é um risco grande entrar numa posição dessa.”
O governo conta com a forte entrada de investimento estrangeiro direto, usado para compra de empresas e instalação de multinacionais no país, para custear o déficit das transações.

Neste ano, o Banco Central espera um investimento direto de US$ 45 bilhões (2,33 % do PIB), abaixo dos US$ 49 bilhões do déficit corrente. A expectativa é que os recursos estrangeiros aplicados em ações e títulos chegue a US$ 35 bilhões, o que completará com folga o financiamento do déficit em conta corrente.

Professor de Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), o economista Antonio Corrêa de Lacerda diz que, no curto prazo (2010 e 2011), esse tipo de financiamento por meio de títulos e ações não é ruim. “O que preocupa é a rapidez da deterioração das contas externas, que vem crescendo em trajetória insustentável no longo prazo”, avalia. “A história recente já mostrou que toda vez que o Brasil ampliou sua vulnerabilidade externa teve que interromper o seu ciclo de crescimento.”

Segundo ele, o aumento do déficit corrente acompanha a valorização do real em relação ao dólar que estimula, por exemplo, as importações e as viagens ao exterior. O Brasil, diz Lacerda, precisa de políticas que promovam “melhora qualitativa das exportações, com venda de produtos industriais e também uma substituição de importações para favorecer a produção local”.
“Isso depende de um câmbio mais favorável, mas também de outros fatores de competitividade como financiamentos, isenções, incentivos para a produção local”, ressalta Lacerda, acrescentando ainda que é preciso limitar o fluxo de capital, além de intervenções do BC para evitar uma valorização do real.

O economista Reinaldo Gonçalves, professor de Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), também considera que o Brasil deveria ter maior controle do fluxo de capital, pois evitar a valorização excessiva da moeda brasileira. “A economia brasileira se tornou a casa da mãe Joana. O capital internacional entra e sai sem nenhum tipo de critério”, afirmou. Entretanto, ele considera que é pouco provável que controles sejam adotados.

O chamado "ajuste natural" para reduzir o déficit externo ocorre com a desvalorização do câmbio, ao encarecer os gastos no exterior. Porém a alta do dólar, explica Gonçalves, causa efeitos no preço da gasolina, do trigo e de bens importados. “Mas o governo vai manter os juros altos, para atrair o capital de curto prazo para financiar esse buraco.”

Na situação atual, explica Gonçalves, geralmente são adotadas outras de medidas. Uma delas é cortar gastos públicos. Outra saída é não mexer nas reservas internacionais e deixar o câmbio subir. “O problema disso é que o dólar explode e gera inflação.”
Há ainda a alternativa de usar as reservas internacionais (hoje na casa dos US$ 240 bilhões) para financiar o déficit corrente e assim segurar o dólar. Mas o uso das reservas pode levar à redução da proteção do país. “Outra forma é aumentar a taxa de juros, o que atrai capital de fora. Mas quando se aumentam os juros, gera-se recessão”, explicou Gonçalves.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Economia do Japão encolhe 5% em 2009

Apesar disso, ainda é a segunda maior do mundo, atrás apenas dos EUA


Do R7
A economia japonesa encolheu 5% no ano passado, a maior queda anual desde quando a pesquisa começou a ser feita, em 1995. Apesar disso, o PIB (Produto Interno Bruto, a soma das riquezas produzidas por uma nação) do país, em valores, ainda é o segundo maior do mundo, de R$ 9,4 trilhões (US$ 5,085 trilhões), atrás dos Estados Unidos.

No quarto trimestre, porém, a economia do Japão cresceu 1,1% em relação aos três meses anteriores. Na comparação com o último trimestre de 2008, o crescimento foi de 4,6%.

A economia do Japão cresceu mais rápido do que o esperado no quarto trimestre, estimulada por uma recuperação na demanda doméstica e pelos investimentos corporativos, o que, entretanto, pode mascarar a crescente pressão deflacionária, ou seja, de queda dos preços, e o risco de uma desaceleração em 2010.
A demanda doméstica foi o ponto alto da economia entre outubro e dezembro, adicionando 0,6 ponto percentual ao crescimento do PIB, a primeira contribuição positiva em sete trimestres.

Segundo economistas, esse momento deve se apagar. Eles citam o impacto cada vez menor do estímulo anunciado pelo governo anterior e as incertezas sobre a rapidez com que os planos da nova administração vão ampliar o consumo.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

FMI preve que o Brasil puxara crescimento da America Latina em 2010




Washington, 26 jan (EFE).- A força da recuperação da economia brasileira após a crise já em 2009, antes de muitos outros países da América Latina, é um dos fatores que contribuirão para o crescimento da região em 2010, disse nesta terça-feira o Fundo Monetário Internacional (FMI).
Segundo a entidade, a América Latina terá um ano melhor que o previsto, com crescimento de 3,7%, graças ao aumento da demanda interna e à aceleração econômica no resto do mundo.
Além disso, o FMI demonstrou aceitar os controles estatais sobre capitais, como os impostos criados pelo Governo brasileiro, em postura diferente do ceticismo inicial demonstrado pelo organismo em relação à utilidade deste tipo de medida.
De acordo com o fundo, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil avançará 4,7% neste ano, o que representa uma grande revisão em alta contra o índice de 3,5% previsto em outubro.
Em 2011, entretanto, a previsão é de que o crescimento da economia brasileira desacelerará devido em parte ao fim gradual das iniciativas de estímulo do Governo e ficará em 3,7% - ainda assim, 0,2 ponto percentual acima do cálculo anterior.
"A maior parte da América Latina se recupera bem, embora a uma taxa menor do que a Ásia", afirmou Olivier Blanchard, economista-chefe do FMI, em entrevista coletiva.
A entidade também prevê que o crescimento latino-americano terá sustentação, dado que a demanda interna é "bastante enérgica", explicou Jörg Decressin, chefe de Estudos Econômicos Mundiais do departamento de análise do FMI.
A aceleração econômica no resto do mundo também ajudará a América Latina, já que poderá aumentar suas exportações, disse Decressin.
O FMI subiu sua previsão de crescimento para região em 0,8 ponto percentual para este ano. A taxa de 3,7%, entretanto, ainda fica abaixo dos 4,1% previstos pela Comissão Econômica Para a América Latina e o Caribe (Cepal).
Para 2011, o fundo prevê um crescimento de 3,8%, um décimo acima do cálculo de outubro.
Esses números estão muito atrás dos da Ásia, onde o crescimento da China voltará a bater nos dois dígitos, ao alcançar 10% neste ano, e a Índia avançará 7,7%.
O vigor da Ásia beneficia especialmente o Cone Sul, que é um importante fornecedor de matérias-primas.
Além do Brasil, outra economia que contribui para essa melhora na perspectiva de crescimento para 2010 é a do México, que finalmente deixou sua recessão profunda para trás, segundo o FMI.

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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

PIB dos Emergentes vai passar o dos Desenvolvidos


















Do Portal R7
Os sete principais em desenvolvimento devem superar as atuais potências


O PIB (Produto Interno Bruto, que é a soma de todas as riquezas produzidas pelo país) total dos sete maiores países emergentes (E7) superará em 2020 o do G7 dos países mais industrializados - impulsionado principalmente pela China, que tirará o lugar dos Estados Unidos como primeira economia mundial - informou a consultora PricewaterhouseCoopers em um relatório divulgado nesta quinta-feira (21) .

- O motor do fortalecimento do E7 é o rápido crescimento da China. Apesar de esperarmos que este crescimento se desacelere progressivamente nos próximos 20 anos, a China provavelmente destronará os Estados Unidos e ocupará o lugar de primeira economia mundial por volta de 2020.

O peso relativo do "E7" (China, Índia, Brasil, Rússia, México, Indonésia e Turquia) na economia mundial provavelmente deve superar também em 2020 o d G7 (Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Grã-Bretanha, Itália e Canadá).

A PwC assinala que, em 2000, o PIB do G7 era o dobro do PIB do E7. Mas, durante a última década, os emergentes se aproximaram dos desenvolvidos e o processo acelerou com a crise econômica.

A distância entre o G7 e o E7 se reduzirá a 35% este ano e desaparecerá totalmente no final da década, segundo os cálculos da consultora.

A tendência continuará durante a década seguinte e espera-se que em 2030 a classificação das dez maiores economias mundiais seja ocupada na seguinte ordem: China, Estados Unidos, Índia, Japão, Brasil, Rússia, Alemanha, México, França e Grã-Bretanha.