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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Em 2009 o Emprego na Indústria teve a maior Queda da História
Do R7
Emprego na indústria tem maior queda da história

A indústria teve a maior queda histórica no nível do emprego no ano passado, com redução de 5,3% nos postos de trabalho na comparação com 2008, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (9) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Esse foi o menor resultado registrado desde o início da medição em 2002. O número de horas pagas também teve a maior redução na história – de 5,6% em 2009 frente ao ano anterior. Embora o resultado seja negativo, os analistas do IBGE apontam que a retomada no nível de produção industrial no final do ano passado já sinaliza uma retomada do setor em 2010.
O número de demissões superou o de admissões em 11 dos 18 setores pesquisados. Apenas a indústria de papel e gráfica registrou aumento no número de contratações - de 7,2% em 2009 na comparação com o ano anterior. Entre os setores que tiveram maior número de demissões estão: meios de transporte (-9,8%), máquinas e equipamentos (-8,6%), vestuário (-7,9%), produtos de metal(-9,1%) e madeira (-16,8%).
O fechamento de vagas foi mais intenso em São Paulo (-4,0%) e em Minas Gerais (-8,5%). Na indústria paulista, houve taxas negativas em 14 setores, com destaque para o fechamento de vagas em meios de transporte (-11,7%) e produtos de metal (-11,6%). Em Minas Gerais, a redução no número de pessoal ocupado atingiu 16 setores. As maiores baixas nas vagas foram nos setores de vestuário (-20,3%) e têxtil (-19,4%). Na comparação mês a mês, o emprego na indústria teve diminuição de 0,6% entre novembro e dezembro – o que demonstra a recuperação do setor após a crise financeira de 2008. O crescimento de 1,6% na produção, pelo terceiro trimestre consecutivo, refletiu no aumento de 2% no número de horas pagas no quarto trimestre.
Salários
Em dezembro, o valor da folha de pagamento dos trabalhadores da indústria teve diminuição de 3,7% em relação ao mês anterior – após ter registrado queda de 0,4% em novembro. No entanto, na comparação com o mesmo período do ano passado, a redução é ainda maior – de 5% em relação a dezembro de 2008.
A principal contribuição negativa veio de São Paulo (-8,1%), por conta da queda na folha de pagamento no setor de em meios de transporte (-12,2%), produtos químicos (-21,6%) e produtos de metal (-15%).
Em seguida, vale citar Minas Gerais (-9,7%), em função de metalurgia básica (-19,2%), meios de transporte (-19,3%) e indústria extrativa (-21,2%); e Rio Grande do Sul (-12,5%), em razão de meios de transporte (-12,7%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (-25,4%) e minerais não-metálicos (-23,7%).
Em sentido oposto, os maiores impactos positivos foram registrados na Bahia (4,4%) e no Ceará (8,1%), devido, respectivamente, ao aumento nos salários em meios de transporte (45,1%) e calçados e artigos de couro (28%).
Emprego na indústria tem maior queda da história
Fechamento no número de vagas foi mais intenso em São Paulo, com demissões em 14 setores, com destaque para meios de transporte
O número de demissões superou o de admissões em 11 dos 18 setores pesquisados. Apenas a indústria de papel e gráfica registrou aumento no número de contratações - de 7,2% em 2009 na comparação com o ano anterior. Entre os setores que tiveram maior número de demissões estão: meios de transporte (-9,8%), máquinas e equipamentos (-8,6%), vestuário (-7,9%), produtos de metal(-9,1%) e madeira (-16,8%).
Salários
Em dezembro, o valor da folha de pagamento dos trabalhadores da indústria teve diminuição de 3,7% em relação ao mês anterior – após ter registrado queda de 0,4% em novembro. No entanto, na comparação com o mesmo período do ano passado, a redução é ainda maior – de 5% em relação a dezembro de 2008.
A principal contribuição negativa veio de São Paulo (-8,1%), por conta da queda na folha de pagamento no setor de em meios de transporte (-12,2%), produtos químicos (-21,6%) e produtos de metal (-15%).
Em seguida, vale citar Minas Gerais (-9,7%), em função de metalurgia básica (-19,2%), meios de transporte (-19,3%) e indústria extrativa (-21,2%); e Rio Grande do Sul (-12,5%), em razão de meios de transporte (-12,7%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (-25,4%) e minerais não-metálicos (-23,7%).
Em sentido oposto, os maiores impactos positivos foram registrados na Bahia (4,4%) e no Ceará (8,1%), devido, respectivamente, ao aumento nos salários em meios de transporte (45,1%) e calçados e artigos de couro (28%).
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sábado, 6 de fevereiro de 2010
Petrobras perde R$ 22,2 bilhões em um Dia
Do Portal R7
Queda nas bolsas fez da petroleira a empresa que mais perdeu valor de mercado
A Petrobras é a empresa que teve a maior queda de valor de mercado nos dias 3 e 4 de fevereiro, entre 2.025 empresas de capital aberto da América Latina e dos Estados Unidos, segundo levantamento divulgado nesta sexta-feira (5) pela Economatica. No dia 3 de fevereiro, a empresa fechou com R$ 327,8 bilhões (US$ 174,6 bilhões) de valor de mercado, ante R$ 304,5 bilhões (US$ 162,6 bilhões) no dia 4 - queda de R$ 22,2 bilhões (US$ 11,9 bilhões).
A Vale do Rio Doce é a segunda empresa que mais perdeu em valor de mercado no mesmo período, fechando com R$ 253,6 bilhões (US$ 135,4 bilhões) no dia 3 e R$ 235,2 bilhões (US$ 125,6 bilhões) no dia 4 - queda de R$ 18,3 bilhões (US$ 9,8 bilhões).
Entre as trinta maiores quedas, há outras quatro empresas brasileiras. O Banco Santander está na 16ª colocação, com queda de R$ 7,4 bilhões (US$ 4 bilhões), o ItaúUnibanco aparece na 20ª colocação, com queda de R$ 6,7 bilhões (US$ 3,6 bilhões), a Ambev ocupa a 28ª colocação, com R$ 5,9 bilhões (US$ 3,2 bilhões) de queda e a OGX Petróleo aparece na 30ª colocação, com queda de R$ 5,6 bilhões (US$ 3 bilhões).
A soma da queda de valor de mercado das seis empresas brasileiras é de R$ 66,8 bilhões (US$ 35,7 bilhões) - equivalente ao valor de mercado do banco americano Morgan Stanley, que no dia 4 de fevereiro fechou com R$ 67,8 bilhões (US$ 36,2 bilhões). Entre as empresas americanas, a Exxon Movil é a empresa com maior queda nominal de valor de mercado, com R$ 16,6 bilhões (US$ 8,9 bilhões), seguida pelo JP Morgan, com R$ 14,2 bilhões (US$ 7,6 bilhões) de queda.
De acordo com a Economática, o setor bancário é o que tem mais representantes na lista das 30 empresas com maiores quedas da região, com sete companhias.
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